Difícil é o Nome ainda sem seu primeiro casal.

A Difícil é o Nome anunciou oficialmente ontem que o primeiro casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Thiaguinho e Amanda não fazem mais parte dos quadros da agremiação. O principal motivo para o afastamento foi a decisão dos profissionais de defenderem outras escolas em 2013. Amanda está indo para a Paraíso do Tuiuti e Thiaguinho assume a vaga de primeiro Mestre-Sala da Renascer de Jacarepaguá.

Ainda não foi informado oficialmente, mas a escola deve definir seu nomevo primeiro casal nos próximos dias.

A Difícil é o Nome desfilará pelo Grupo C em 2013.

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Caprichosos falará de fanatismo em 2013

A Caprichosos de Pilares anunciou hoje seu enredo para 2013, que marca a volta da escola aos desfiles do Grupo A. Entitulado “Fanatismo: Enigma da mente humana”, o tema é de autoria do roteirista e produtor Marlon Peter, em parceria com o pesquisador Marcos Roza e será desenvoldido pelo carnavalesco Amauri Santos.

De acordo com o presidente da Caprichosos, Cezar Thadeu, o tema criado pela dupla o cativou pela variedade de situações que podem ser vistas na avenida. “Trata-se de um tema divertido, atual, de fácil compreensão e que nos abrirá um grande leque de possibilidades. Abordaremos, por exemplo, a morte de John Lennon, assassinado a tiros por um fã, e a história do Taj Mahal, construído por um imperador em memória da esposa morta após dar à luz o 14º filho”, disse o dirigente que também afirmou que a agremição ainda está sem patrocínio para botar o carnaval na rua, mas já está procurando parceiros para o projeto de 2013..

 

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Escolas de Samba Mirins recebem premiações no domingo

A Associação das Escolas de Samba Mirins (AESM-Rio) fará uma grande festa neste domingo (27) para a entrega dos prêmios Estardarte do Samba Mirim (premiação concedida por um grupo de profissionais de carnaval), Olhômetro (concedido pela direção da AESM-Rio) e Corujito (concedido pela UNISUAM e Núcleo Hans Donner) para os destaques dos desfiles das escolas mirins, que tradicionalmente abrem os trabalhos do Carnaval carioca. O evento com entrada restrita a convidados acontece neste domingo, a partir das 14 horas na quadra da Estácio de Sá. Veja a relação dos agraciados com os 3 prêmios:

Troféu Estandarte do Samba Mirim

Alegorias e Adereços – Corações Unidos do Ciep

Comunicação com o Público – Corações Unidos do Ciep

Conjunto – Corações Unidos do Ciep

Evolução – Corações Unidos do Ciep

Harmonia – Corações Unidos do Ciep

Mestre-Sala e Porta-Bandeira – Corações Unidos do Ciep (Emerson e Joana)

Ala de Passistas – Nova Geração do Estácio de Sá

Melhor Dirigente (Joel Toledo de Araújo Filho, presidente) – Nova Geração do Estácio de Sá

Melhor Intérprete (Tatiane Carvalho) – Nova Geração do Estácio de Sá

Samba Enredo – Nova Geração do Estácio de Sá

Rainha de Bateria (Mell Cristine) – Herdeiros da Vila

Ala de Baianas – Filhos da Águia

Comissão de Frente – Mangueira do Amanhã

Bateria – Tijuquinha do Borel

Enredo – Estrelinha da Mocidade

Fantasia – Estrelinha da Mocidade

Troféu Olhômetro

Inocentes da Caprichosos – Enredo e Harmonia

Aprendizes do Salgueiro – Harmonia e Samba Enredo

MEL do Futuro – Ala de Baianas e Conjunto

Infantes do Lins – Ala de Baianas e Comissão de Frente

Corações Unidos do Ciep – Comissão de Frente e Samba Enredo

Ainda Existem Crianças de Vila Kennedy – Melhor Alegoria (Bonde) e Intérprete (Matheus Rocha)

Nova Geração do Estácio de Sá – Harmonia e Destaques de chão

Império do Futuro – Bateria e Enredo

Herdeiros da Vila – Alegorias e Adereços e Bateria

Filhos da Águia – Ala de Passistas e Conjunto

Miúda da Cabuçu – Alegorias e Adereços e Fantasia

Pimpolhos da Grande Rio – Bateria e Fantasia

Mangueira do Amanhã – Conjunto e Mestre-Sala e Porta-Bandeira (Mateus e Vitória)

Golfinhos da Guanabara – Intérprete (Nego Wesley) e Rainha da Bateria (Escarlet)

Tijuquinha do Borel – Ala de Baianas e Evolução

Petizes da Penha – Ala de Passistas e Evolução

Estrelinha da Mocidade – Mestre-Sala e Porta-Bandeira (Raphael e Marcela Tavares) e Intérprete (Thiago Acácio)

Troféu Corujito

Inocentes da Caprichosos – Intérpretes

Aprendizes do Salgueiro – Ala de Baianas e Fantasia

MEL do Futuro – Comissão de Frente

Infantes do Lins – Enredo e Samba Enredo

Corações Unidos do Ciep – Comissão de Frente

Ainda Existem Crianças de Vila Kennedy – Comissão de Frente

Nova Geração do Estácio de Sá – Samba Enredo

Império do Futuro – Bateria e Rainha de Bateria (Pâmela de Oliveira)

Herdeiros da Vila – Bateria e Rainha de Bateria (Mell Cristine)

Filhos da Águia – Ala de Baianas

Miúda da Cabuçu – Mestre-Sala e Porta-Bandeira (Yuri e Miriam)

Pimpolhos da Grande Rio – Ala de Baianas e Fantasia

Mangueira do Amanhã – Evolução e Harmonia

Golfinhos da Guanabara – Intérpretes

Tijuquinha do Borel – Bateria e Rainha de Bateria (Bárbara Almeida)

Petizes da Penha – Enredo e Samba Enredo

Estrelinha da Mocidade – Mestre-Sala e Porta-Bandeira (Raphael e Marcela Tavares)

 

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Sinopse do enredo da Mocidade Independente

EU VOU DE MOCIDADE

COM SAMBA E ROCK IN RIO – POR UM MUNDO MELHOR.

Carnaval 2013 – Mocidade Independente de Padre Miguel

SINOPSE:

Rasgando o espaço, como um cometa,

Que viaja na contramão,

Neste universo de sambas,

De estrelas “bambas”

Como rocha que rola solta ao léu,

Um coração aberto, alado,

Com asas de liberdade

Que se abrem pra Mocidade,

E se desfaz no céu,

Faço-me um “PULSAR”, “SUPER NOVA”,

A “Pop Star”, com luz que irradia,

A energia que atrai e guia

Sou o Rock and Roll, a rebeldia,

Independente de Padre Miguel.

Num “Big-Bang” musical,

Venho trazer algo de novo,

Romper barreiras, invadir a festa,

Pra contagiar o povo,

E com o poder da criação,

Como a terra assim se fez,

Imaginar… que bom seria,

“Se a vida começasse agora”,

“E o mundo fosse nosso outra vez…”

Num gesto de estender a mão,

Venho apagar preconceitos

E com ousadia, conduzir com bravura

Todos numa só direção,

“Uma só voz, uma canção…”,

Canção de amor e respeito,

Que propõe união,

Uma doce mistura,

Fazer um “swing” bacana,

Do “Chiclete com Banana”,

Da Guitarra e do Pandeiro,

Do teclado e do Tamborim,

Do Roqueiro e do Sambista,

Num encontro maneiro,

“Pro meu samba ficar assim”.

Bebop, baticumbum

“É o Samba-Rock, meu irmão…”,

Juntos, na mesma praça,

Num sonho de carnaval,

Vem me dá tua mão,

Somos “dois em um”, que o Rio abraça,

E que nos mostra, mundo a fora,

Vem, vamos juntos com a Mocidade,

Mudar de vez a história,

E nela, escrever mais um capítulo,

No sonho que começa agora

Era uma vez…

Houve um tempo,

Que uma cortina de chumbo,

O Brasil envolvia,

Porém, um sonho verde esperança,

Também nascia,

Vislumbrando um horizonte novo,

E dele, um brado forte e direto se ouvia,

Livre e jovem, na voz de seu povo,

Foi então, que um certo homem,

Com um sonho certo,

Imaginou o Rio, um palco aberto,

A taba de todas as tribos

Unidas num festival,

A celebração da música

Da arte e da cultura

E da vida, em alto astral

E o sonho se construiu em aço

E da lama se fez brotar a flor,

Um belo lírio de paz,

Uma ideia feliz de futuro,

Um pensamento capaz,

De unir o mundo através da música,

Num pequeno planeta a se formar,

Diverso, repleto,

Daquilo que há de mais profundo,

Ou, que imaginamos sonhar,

De tudo um pouco,

Um pouco de tudo e mais,

Muito de música, muito de gente,

Diferentes, juntos, iguais,

E foram dias de felicidade,

Incandescentes,

Noites inesquecíveis,

Envolventes,

Noites de estrelas,

Que iluminaram legiões,

Preencheram mentes e corações,

Com o que há de bom de vida,

O melhor que dela flui,

Sentimento que ficou como tatuagem,

Naqueles que seguiram em frente,

A lembrar com alegria e orgulho,

E a dizer simplesmente: Eu Fui!

E assim se passaram 06 anos…

E a vida segue, o mundo roda,

Solto como uma bola,

E no templo do futebol,

É o rock que rola,

No tempo marcado, o tempo de cantar,

Levei craques da música,

A pisar o gramado,

Driblando a rivalidade,

Fiz de cada lance, um momento encantado,

E todo estádio se transformar,

Era como um anel de luz, aliança,

A se envolver e se encontrar,

Como uma linha de passe,

A sintonia,

O “que antes dividia,” “versus”,

Uniu-se em versos, numa canção,

E virou sinergia,

E o som se tornou uma só bandeira,

A balançar na melodia,

Como um show à parte,

Ou parte do show

E se propagou no agito,

De pura emoção e de alegria

A explodir o coração,

Numa imensa “hola”, como magia,

Num mesmo grito

É Maraca, Rock in Rio,

É massa!

É gol!

Uma década se passa…

E na roda do tempo,

O amanhã é incerto,

De um mundo disperso,

Sem atenção,

Eu fiz soar um sino de alerta,

O silêncio que desperta,

À conscientização,

Tempo de refletir,

Hora de pensar,

E fazer a música impedir,

O progresso que avança,

Lançar o som que alcança,

O mundo que corre,

E fazê-lo parar,

Era hora de acordar,

De usar a mente, em cena aberta,

E fazer do rock, a voz da razão,

Ecoar sons por todo o planeta,

Amplificar a canção

Em música e letra,

Como instrumento de ação,

Ser acordes do bem maior,

Acordes pela vida,

Por um futuro de paz,

E me fiz à rocha, um marco,

De um “Rock in Rio” que faz,

Cantar “por um mundo melhor”

Tempo que avança, tempo de mudança,

Mas “navegar é preciso”

E foi preciso mudar,

Jogar-me ao mar e esquecer,

Outro, de lágrimas,

Daqueles que aqui deixei ficar,

E segui os ventos,

Pra respirar outros ares,

Onde a música pode levar,

E “por mares nunca dantes navegados”

Ao contrario dos descobridores,

Eu fui o navegante inverso,

Rumo ao velho porto de além-mar,

Num mar de fados e de versos,

Pronto a me aventurar,

Seria o acaso,

Ou uma brisa boa?

Descrito por “Camões”

Ou num poema de “Pessoa”

Que fez do Tejo Lusitano,

Outro Rio por abraçar?

A resposta não tarda,

O poeta faz explicar,

“tudo vale à pena

Se a alma não é pequena”

Valeu a pena navegar,

E descobrir numa boa,

Que apesar do grande mar que nos separa,

Maior é o coração que nos une,

E a alma que nos ampara,

Na mesma língua, a voz que ecoa,

Na música, no Rock in Rio ou em Lisboa,

E a Europa jamais seria a mesma…

E assim… Eu segui meu caminho,

E o velho mundo se abriu,

E abraçou o sonho novo,

O sonho por viver,

De se entregar, se dar,

Um mundo a se entender,

Através da música sem fronteiras,

Cigana sem pátria, sem bandeiras,

Livre a percorrer estradas,

E por elas se deixar levar,

Como linhas da vida, do destino,

Portas abertas por adentrar,

E rompi a terra de sangue e areia,

Com a força implacável de um touro,

Indomável Rock, “olé” que incendeia,

O chão ibérico de rubro e ouro,

Tangendo as guitarras flamencas,

Na arena feita de aço,

Eu desbravei, conquistei passo a passo,

A terra madre, Madrid,

“España, soñada”

De Galdi, Miró e Picasso

E foram mais 10 anos…

Sim, tudo na vida passa,

Só não passa a saudade,

Da cidade-mãe que um dia deixei,

E cruzei novamente o oceano,

Como um filho a correr pro abraço,

Pra dizer feliz pro meu Rio:

Estou aqui, “Eu voltei!”,

Voltei renovado, ainda mais forte,

Tanto quanto eu sempre quis,

Fiz do meu sonho, realidade,

Da Taba, uma cidade-diversidade,

A fórmula para um mundo mais feliz,

Sou o “Rock In Rio”, rocha em fusão,

Amálgama a ligar culturas,

Em constante transformação,

A cidade eterna da alegria,

Sou a magia em forma de emoção,

Na arte viva de luz e som,

De corpo, alma e coração,

Ponto a romper a linha do horizonte

Pra levar ao mundo a minha mensagem.

Eu irei!

Seguir a minha viagem, essa história sem ponto final

Que se escreve a cada momento

Como som que hoje bate em meu peito,

Um sentimento,

Um desafio, um novo sonho, um ideal,

De ver juntos, “na Apoteose”,

Numa só voz, no carnaval,

O samba e o rock, uma overdose,

De união, paz e felicidade,

Uma insólita mistura, delírio, loucura,

Que com certeza não faz mal,

O futuro a Deus pertence,

O nosso começa agora,

A Mocidade traz o novo, de novo,

Indiferente aos velhos preconceitos,

Abre o seu coração ao povo,

Independente de ser samba ou rock,

É a arte, é a música, é o presente,

Ou melhor, um presente,

Para o mundo inteiro receber

E perceber

Como seria bom imaginar

“Que a vida começasse agora,

E a gente não parasse de amar,

De se dar, de viver…”

ÔÔÔÔÔÔÔÔ ROCK IN RIO…


Alexandre Louzada

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Lins Imperial reedita enredo em 2013

No último dia 9 de maio, cúpula da Lins Imperial definiu os rumos da escola para o projeto de 2013. No encontro foi definida a nova diretoria da agremiação. Permanecem nos cargos o vice-presidente  Jorge Luiz de Jesus (Torresmo), e os presidentes e vices da ala dos compositores, da Velha Guarda e Raízes do Lins. Compõem a direção de carnaval Serginho Monteiro, Leandro Lima (que fica também com a direção de Harmonia) e Max Kindler. Jorge Caribé é o carnavalesco que vai assumir a responsabilidade de reeditar o enredo “Madame Satã” apresentado em 1990 (ver vídeo), na segunda passagem da escola pelo Grupo Especial.

A Lins Imperial vai desfilar pelo Grupo D da Associação, na segunda-feira de carnaval.

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Sinopse do enredo da Beija-Flor

Amigo, sou um animal feliz e venho contar a minha história. Nasci pequenininho, no início da evolução animal, e cresci de acordo com o tempo, me tornando inteligente, companheiro, amável e elegante.

Quando o Homem deixou de ser nômade para fixar sua morada, deixei de ser selvagem para acompanhá-lo, e me tornei o fiel amigo dos viajantes, ajudando a matar a sua sede, uma vez que com o bater dos meus cascos no solo, descobri e fiz jorrar refrescantes fontes de água. Usei ainda a minha força para a agricultura e migração, transportando homens e mercadorias, de um lado para o outro, fazendo crescer os povos.

Com o florescer das grandes civilizações, preparei-me para as adversidades. Desempenhei um papel fundamental de força e fidelidade, indispensável nas disputas por poder e glória, nas lutas engajadas por imponentes realezas. Vi-me rodeado por escudos e lanças, espadas e vitórias. Materializei-me como um gigante cavalo de madeira, invadindo e destruindo Tróia, como um “presente de grego”, atravessando assim o limiar do tempo e do espaço.

Eternizado em lendas num mundo de encantamento, povoei a mente de povos antigos. Entre os deuses, fui escolhido o condutor divino das cortes celestiais, criando um misticismo riquíssimo de significados, que influenciaram o comportamento humano e o infinito de sua imaginação.

Sob a forma de um magnífico presente de Alah, sou o símbolo da criação ao reunir em meu espírito as qualidades de outros animais: olhos tão potentes quanto os da águia, o faro tão sensível quanto o do lobo, a velocidade da pantera, a resistência do camelo, a coragem do leão, a memória privilegiada do falcão, a elegância do caminhar da corsa e a fidelidade indiscutível do cão. E no fogo cigano da purificação, conduzi meu senhor aos campos celestes da libertação final.

Com quatro patas e uma força incrível, fui o companheiro legítimo que puxou carroças, charretes, carruagens e bondes, ajudando os caixeiros viajantes, facilitando o comércio, e colocando o mundo em movimento e expansão.

Ao chegar na Europa, centro do Velho Mundo, tornei-me a relíquia da nobreza. Em Portugal, conhecido como Alter-Real, a estrela que voa, fui a raça estimada pela Corte lusitana.

No então chamado Novo Mundo aportei, sendo presenteado pelo rei português ao Barão de Alfenas, e do cruzamento com as raças ibéricas, que aqui chegaram na época da colonização, renasci como o sangue puro do Brasil, no sul de Minas Gerais. Terra que reunia diversos núcleos produtores como ouro, pedras preciosas e café, que garantiam o abastecimento da corte, então sediada no Rio de Janeiro. Quantas viagens eu fiz por essas fazendas e pelos caminhos da Estrada Real entre Minas e Rio, onde transitavam vários protagonistas da história construída sobre o meu dorso.

Surgi como a estrela dessa terra… Eu sou o Mangalarga Marchador; um animal sem fronteiras, uma grande paixão, de beleza forte, andar macio e comodidade que me fizeram brilhar. Sou esplendoroso, ágil, leve, sadio, ativo e dócil, detenho qualidades extraordinárias que lançam a minha raça, genuinamente brasileira, no cenário mundial, espalhando-se pelos caminhos da vida.

Laíla, Fran Sérgio, Ubiratan Silva, Vicctor, André Cezari e Bianca Behrends

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Escola de Mestre-Sala, Porta-Bandeira e Porta-Estandarte, Manoel Dionísio volta em junho

A Escola de Mestre-Sala, Porta-Bandeira e Porta-Estandarte Manoel Dionísio, que completará 22 anos de existência este ano, não reiniciará as atividades no segundo sábado de maio, como de costume. A instituição, fundada pelo mestre Manoel Dionísio, passa por dificuldades financeiras e, por isso, terá que iniciar suas atividades mais tarde.

Com o apoio do Centro Cultural Cartola e a parceria com a RioTur, que cede desde 1991 o espaço do Sambódromo para a Instituição, a escola vence mais uma etapa e, mesmo com dificuldades, voltará com as suas aulas no dia 02 de junho, das 14h às 18h, no setor 5 do Sambódromo. O projeto forma todos os anos dezenas de casais de mestre-sala e porta-bandeira para escolas de dentro e fora do Rio de Janeiro. As aulas são gratuitas bastando, apenas, que o aluno adquira a camisa da escola, no valor de R$20.

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União de Jacarepaguá abre vagas para alas coreografadas

O Gres União de Jacarepaguá está realizando um pré-cadastro de pessoas interessadas em desfilar em ala coreografada no carnaval 2013. Há 60 vagas distrubuídas entre homens e mulheres adultos com disponibilidade para ensaios a partir de agosto, não é necessário experiência prévia. Os interessados devem escrever diretamente para a responsável pela ala, Luciana Nogueira no e-mail lubombommaster@yahoo.com.br, informando no campo assunto Ala Coreografada.

A União de Jacarepaguá desfila pelo Grupo B, na terça-feira de carnaval.

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Entrega do Prêmio Elite do Samba marcado para junho

O Prêmio Elite do Samba inicia em 2012 sua trajetória de valorizar os talentos que passaram pela Intendente Magalhães no Carnaval deste ano. Partindo de uma dissidência do antigo Prêmio Samba Show, a organização do evento concordou em manter nesta edição os agraciados com o prêmio, escolhidos logo após os desfiles dos Grupos C, D e E em 2012. O dia e o horário também sofreram alterações passando para as duas da tarde do dia 3 de junho (domingo), na quadra da Mocidade de Vicente de Carvalho.

confira a lista de premiados da primeira edição do ELITE DO SAMBA

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São Clemente presenteia suas 200 meninas

O projeto 200 Clementianas chegou ontem ao seu momento mais especial neste pouco mais de um mês de existência. A diretoria da São Clemente levou as alunas da oficina de percussão para tocar no palco maior da folia, a Marquês de Sapucaí. O risco de chuva rondou as meninas durante toda a terça-feira, com um tempo fechado, garoa fina e vento gelado. Na hora combinada estavam todas lá, concentradas na quadra da escola. Enquanto não chegava o comando para ir à Sapucaí, elas botaram a conversa em dia e as alunas nos intrumentos mais leves treinaram para fazer bonito na grande hora. Andando entre as meninas, encontrei Caroline de Souza Vieira, que viveu ali um momento único desde que se inscreveu no projeto. Natural de Cascadura, de uma família de apaixonados pelo carnaval, ela ainda não tinha pisado nem chegado próximo ao grande Sambódromo que a aguardava. Desde a primeira aula, Caroline ensaia com afinco, já pensando na possibilidade de ser chamada pra tocar na Fiel Bateria, no futuro. “Quem não sonha em estar lá? Para mim, seria um sonho, ainda mais com todo o empenho dessas meninas que vêm aqui no meio de semana, à noite, cansadas do trabalho…”, disse a aluna do naipe de tamborim.

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Passavam das 8 da noite e com um sinal do presidente Renato Almeida Gomes, fomos todos andando o curto caminho que levava da quadra à Sapucaí. Chegando lá, tudo pronto: caminhão com as peças mais pesadas, carro de som a toda potência com cavaquinho e o intérprete Igor Sorriso. Tá certo que não tinha muita luz, mas foi o bastante para que as meninas tirassem muitas fotos e sentissem o clima da arena, enquanto faziam o esquenta. No começo do ensaio, quem fez a chamada do repique foi o próprio presidente Renato e já com clima quente, quem assume o instrumento é Bruna Almeida, rainha de bateria que entrou de cabeça no projeto e se saiu muito bem.

Mestre Caliquinho ditou a cadência das meninas, que tocaram pela avenida sambas-enredo, funk, música baiana, pop. Até mesmo o temido recuo de bateria foi testado pelas meninas, que fizeram a manobra abaixo da arquibancada do setor 9. Depois de manobrar, uma leve chamada do presidente e as meninas fizeram o caminho de volta. Tocaram no Sambódromo por cerca de 40 minutos e festajaram muito ao final. O presidente assume o microfone e diz às meninas: “Vocês não sabem do orgulho que estou sentindo. Fiz questão de chamar a minha diretoria pra vir aqui e ver a evolução de vocês(…) já estamos vendo com os órgãos competentes para vocês tocarem na orla de Copacabana, entre a Praça do Lido e o Posto 4″.

Com as alunas já indo embora encontrei Caroline, já devidamente batizada, e perguntei a ela como foi a experiência. “Foi maravilhoso! Muito bom! É algo completamente diferente, o grupo é maravilhoso,o ambiente é muito bom. As pessoas que estão te vendo ficam te dando força, torcem por você (…) Sempre que me chamarem, eu vou voltar!”.

veja mais fotos do ensaio em facebook.com/bancadadosamba

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